AE Profissionais 2017 | 4ª Ed.

15 MAR | Como promover o envolvimento escolar de crianças e jovens em acolhimento residencial?

30 MAR | Intervenção com crianças: Comunicar com o Sistema de Justiça

12 ABR | Álcool na Gravidez – O que sabemos hoje e como abordar o tema durante a gravidez 

3 MAI | Primeiros cuidados psicológicos: Intervenção em crise e emergência 

17 MAI | Gerir Equipas: e quando o Conflito Surge?

 

 

 O Aprender a Educar surge com o intuito de apoiar a prática profissional de uma diversidade de técnicos de intervenção social a atuar, maioritariamente, com populações vulneráveis.

Cada uma das sessões deste programa abordada questões críticas com que se debatem estes profissionais, e tem por objetivo aprofundar a reflexão em torno das melhores práticas na resposta aos desafios do seu papel profissional.
 
As sessões decorrem sempre à quarta-feira, das 18h00 às 20h00 e são independentes entre si. Para informações detalhadas sobre cada uma das sessões clique no respetivo título.

 

 

Como promover o envolvimento escolar de crianças e jovens em acolhimento residencial?

15 de Março 2017 Com
Luísa Mota Ribeiro

 

 

 

O tema do envolvimento do aluno na escola tem despertado cada vez mais atenção por parte de professores e educadores, devido ao seu poder preditivo relativamente a inúmeros resultados académicos e não académicos. Por exemplo, alunos mais envolvidos têm melhores notas e um comportamento mais adequado na escola, assim como níveis mais elevados de autoestima. Mas afinal o que significa o envolvimento do aluno? Em que consiste e qual a importância do envolvimento emocional, cognitivo e comportamental para a aprendizagem do aluno? Como podemos promover o envolvimento escolar de crianças e jovens em acolhimento residencial?

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Intervenção com crianças: Comunicar com o Sistema de Justiça

30 de Março 2017 Com
Catarina Ribeiro

 

 

O contacto de crianças com o Sistema de Justiça é cada vez mais expressivo, nomeadamente em processos de promoção e proteção, bem como em situações de divórcio e regulação das responsabilidades parentais. Simultaneamente, pela complexidade destas problemáticas, é também crescente o número de pedidos de intervenção de outros profissionais no contexto forense, designadamente através da elaboração de pareceres e relatórios, num exercício de comunicação e articulação interdisciplinar que se pretende eficaz e consistente. A articulação entre os diferentes profissionais e o Sistema de Justiça, a propósito destas problemáticas, implica a realização de tarefas de elevada exigência em termos éticos, científicos e metodológicos. Frequentemente levantam-se questões relacionadas com a triagem das solicitações, a natureza dos pedidos, os objetivos das avaliações, o âmbito e competência de cada profissional, a abrangência do sigilo profissional, bem como sobre o conteúdo da informação que deve constar num relatório escrito. Atendendo às especificidades deste contexto é fundamental que os profissionais desenvolvam competências para comunicar de forma ajustada às exigências dos tribunais e à natureza deste tipo de processos.

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Álcool na Gravidez – O que sabemos hoje e como abordar o tema durante a gravidez 

29 de Março 2017

12 de Abril 2017 Com
Maria Raúl Xavier

 

 

O consumo de álcool durante a gravidez tem sido associado a um conjunto de consequências que integram as Perturbações do Espectro do Alcoolismo Fetal. As elevadas taxas de consumo em mulheres, a par do desconhecimento sobre a dose mínima segura para o consumo durante a gravidez, também justificam a recomendação da OMS e da UE para que as mulheres grávidas não bebam bebidas alcoólicas. Pretende-se com esta sessão rever a informação científica sobre consumos na gravidez, suas consequência e refletir sobre a utilidade dos guidelines (nacionais e internacionais) para o despiste e acompanhamento da gravidez. São ainda analisadas estratégias concretas a utilizar pelos profissionais.

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Primeiros cuidados psicológicos: Intervenção em crise e emergência

3 de Maio 2017 Com
Mariana Barbosa

 

Situações de acidentes, mortes inesperadas, disrupções abruptas dos contextos de vida e/ou relações poderão ser consideradas situações de crise, face às quais é necessário promover a adaptação do sujeito. Lidar no imediato com situações de crise implica conhecimentos psicológicos, que devem estar ao alcance de uma vasta gama de profissionais que tenham que dar uma primeira resposta às situações. Os primeiros cuidados psicológicos são pois uma resposta de apoio inicial, de cuidados práticos, não invasivos, em situações de crise ou emergência. Esta é uma competência útil a profissionais a trabalharem em contextos diversos, permitindo que exista maior sensibilidade no apoio inicial perante situações potencialmente traumáticas.

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Gerir Equipas: e quando o Conflito Surge?

17 de Maio 2017 Com
Raquel Teixeira

 

 

As equipas tornaram-se uma realidade incontornável em todas as organizações. Retirando vantagens da diversidade de contributos, permitindo a divisão de tarefas e potenciando o desempenho, as equipas assumem-se enquanto elemento dinamizador da vida das instituições. No entanto, trabalhar em conjunto é, por vezes, um caminho difícil. Exige gerir expetativas individuais, negociar acordos, construir linguagens comuns e encontrar soluções para problemas que se enfrentam em conjunto, mas para os quais frequentemente se partilham visões diferentes. Nesta sessão, procuraremos partir dos desafios do dia-a-dia de quem gere equipas multidisciplinares em contextos multidesafiados, e co-construir possíveis estratégias, à luz de alguns contributos teóricos sobre conflito e abordagens ao conflito.

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