Investigação e Criação Artística no Cinema de Animação

21.05.2019 14:30

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

21.05.2019 14:30 Investigação e Criação Artística no Cinema de Animação Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Com Pedro Serrazina, David Doutel e Vasco Sá
21 MAI · Auditório Ilídio Pinho
 
É Preciso que eu Diminua (2016), Pedro Sarrazina para Samuel Úria · Agouro (2018) David Doutel e Vasco Sá
 
Mostra de filmes e conversa com Pedro Serrazina (realizador de animação, professor na Universidade Lusófona) e David Doutel e Vasco Sá (realizadores de animação), sobre as possibilidades e saídas criativas no Cinema de Animação em Portugal, tanto no âmbito da criação e produção de filmes, como na investigação académica.
 
Alguns dos temas a serem abordados passam pelos diferentes cargos artísticos na animação, aos tipos de projetos (cinema, instalações, video-clips), bem como a produção e financiamento de filmes. Haverá ainda espaço para se falar da investigação na animação, contribuição para o desenvolvimento do conhecimento e formação das novas gerações de animadores.
 
Notas Biográficas
David Doutel nasceu no ano de 1983 na cidade do Porto. Licenciou-se em Som e Imagem pela Universidade Católica do Porto com especialização em Animação. Nos últimos 10 anos desenvolveu o seu percurso no cinema de animação de autor, trabalhando como realizador, animador e diretor de produção. Parte integrante de equipas artísticas e de produção, contribuiu para a criação de inúmeras curtas-metragens de animação premiadas e selecionadas regularmente em festivais internacionais de cinema. Colabora desde o início do seu percurso com Vasco Sá com quem partilha a experiência de realização de 3 curtas-metragens de animação: O Sapateiro (2011), Fuligem (2014) e mais recentemente Agouro (2018), uma co-produção entre Portugal e França. Tem colaborado com a produtora Bando à Parte desde 2011, onde em conjunto com Vasco Sá tem sido responsável pela direção de produção de animação.
 
Pedro Serrazina é realizador de animação, premiado em inúmeros festivais, bem como docente e investigador na Universidade Lusófona de Lisboa, onde se doutorou. A sua tese reflete sobre o Espaço Animado e o uso de animação tradicional como ferramenta de perceção de património individual, social e cultural. Desenvolve trabalho para cinema de animação, site-specific e instalações, bem como video-clips, workshops e projetos académicos. Os temas que aborda vivem das relações entre a arquitetura, espaço público e animação. Formou-se no Royal College of Art em Londres, onde mais tarde foi coordenador da licenciatura em Animação na UCA Maidstone. Atualmente está a preparar a sua nova curta-metragem de animação What Remains of Us.
 
Vasco Sá nasceu no Porto em 1979. De raízes transmontanas, passa os seus primeiros dezoito anos em Trás-os-Montes, mudando-se então para o Porto, onde se licencia em Som e Imagem pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Neste contexto conhece David Doutel, com quem tem partilhado vários projetos no universo do Cinema de Animação, nomeadamente a realização das curtas-metragens O Sapateiro (2011, PT/ES) e Fuligem (2014, PT) - distinguidas com vários prémios a nível nacional e internacional - e de Agouro (2018, PT/FR), o mais recente trabalho. Para além deste percurso no âmbito da realização, tem integrado a equipa de diversos projetos cinematográficos de diferentes autorias, tanto na vertente artística como na de produção. Colabora, desde 2011, com a produtora Bando à Parte, onde exerce funções de realização e direção de produção, conjuntamente com David Doutel. Gosta de ver os montes à sua frente.

 

Exposição · Da Cor / Das Cores

15.05.2019 17:00 — 06.09.2019 11:40

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

15.05.2019 17:00 06.09.2019 11:40 Exposição · Da Cor / Das Cores Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

Cristina Mateus / O teu Corpo é o meu corpo, 1996

Da Cor 

    Das Cores

Inauguração: 15 MAI · 17H

Átrio de Restauro

O ciclo expositivo Da Cor, Das Cores vem pensar o uso da cor na arte, em três momentos: Vermelho, Verde, Azul. Num diálogo entre obras de arte e textos sobre as dimensões físicas, químicas e simbólicas de cada uma destas três cores, o ciclo explora as suas dimensões estéticas e científicas.

Neste primeiro momento, a cor em exposição é o vermelho e conta com o contributo de Cristina Mateus, Oficina Arara, R2, Henrique Pereira, Vítor Teixeira, Paulo de Cantos entre outros.

Um conceito de Arlindo Silva e Nuno Camarneiro.
Uma iniciativa do Centro de Conservação e Restauro (CCR).
Organização: Escola das Artes - UCP

Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar

16.05.2019 18:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

16.05.2019 18:00 Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
António Carvalho da Silva Porto, Paisagem tirada da Charneca de Belas ao pôr-do-sol (C. 1879), Óleo s/ tela
© Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)
 
16 MAI | Paisagem e Povoamento – Regresso à Charneca
Jorge Gaspar (geógrafo)
 
Aceitando que a paisagem é a apreensão sensível da ocupação do território e que esta resulta do povoamento – permanente/continuado ou esporádico/itinerante, importa começar por saber quais as forças determinantes do povoamento, da movimentação dos povoadores, dos construtores de paisagens.
 
Carlos de Oliveira é o guia excelente para abertura deste tema – Paisagem e Povoamento, subtítulo do seu romance Finisterra
 
Procuro sintetizar/peneirar este texto denso que é o da Finisterra, mas não é possível: o texto foi limpo até aos limites, já não tem nada mais que chão, terra, paisagem, em lentas e contínuas transformações: povoamento e despovoamento. Como muitas pessoas, que chegam, fazem e se vão, para voltarem a retomar o percurso da paisagem e do povoamento. (JG,2019)
 
A Gândara é o território matricial de Carlos de Oliveira, de onde parte e onde regressa, no romance e na poesia. Gândara é um tipo de paisagem geográfica, frequente no espaço do Noroeste Peninsular, e que para Sul toma a designação de charneca. É uma das formações vegetais mais comum a toda a Europa, também das mais resilientes, com raízes que atravessam o Quaternário, fazendo parte do património cultural europeu. 
 
Nesta apresentação pretendo apresentar situações que ilustram essa comunalidade, da Lapónia sueca ao Alentejo, nas artes e nas letras, na gestão e no ordenamento do território. 
 
Jorge Gaspar
6/5/2019
 
 
JORGE GASPAR
Jorge Gaspar (Lisboa, 1942), Geógrafo, Professor Catedrático Emérito, da Universidade de Lisboa, Investigador do Centro de Estudos Geográficos. 2º e 1º Assistente da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Professor Catedrático Convidado do Instituto Superior Técnico e das Universidades de Umeå e de Paris X. Doutorado pela Universidade Lisboa (1972), pós-graduado (Fil.Lic. 1967) pela Universidade Lund, Suécia, licenciado pela Universidade de Lisboa (1965). Coordenou investigações e projetos aplicados em Geografia, Planeamento e Urbanismo (EU, ESF, VW STIFTUNG, FCG, INIC/JNICT/FCT).Colaborou nalguns grandes estudos e projetos de desenvolvimento regional e urbano do último meio século em Portugal: Sines (Comissão de Planeamento da Região de Lisboa e Gabinete da Área de Sines), Projeto de Administração Regional (MAI 1975-1976), EP OID Península de Setúbal, Estudos preparatórios QCA I e II; coordenador da equipa que elaborou a proposta técnica do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território – PNPOT (2007). Publicou uma vintena de livros e mais de duas centenas e meia de artigos e opúsculos (recentes - 2018: “10 Entradas Geográficas para uma Visão dos Futuros de Lisboa”/”10 Geographical Entries for a Vision of Lisbon’s Futures” in Futuros de Lisboa/Futures of Lisbon , Lisboa, pp. 112-123. 2017: “¿Qué geografías para el siglo XXI?” in Martha Chávez Torres (Ed.) Generación de Conocimiento Geográfico Interdisciplinario y su Aplicación en la Búsqueda de Compromiso, El Colegio de Michoacán, Zamora – Michoacán, pp. 24-39.2016: “Futuro, cidades e território” in Finisterra, LI, 101, pp. 5-24; 2014: E-Coesão (com Sérgio Barroso), Estudos Cultura 2020, nº 9, para Secretário de Estado da Cultura/Gabinete de Estratégia.Sócio fundador da APG, da APDR, da APCP, da APU. Sócio efetivo, Vice Presidente e Presidente da classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, membro da Academia Europaea e Doutor HC pelas Universidades de León, Genève e Évora. Prémio Universidade de Lisboa, Prémio Internacional Geocrítica. Em 1986 fundou o CEDRU – Centro de Estudos e desenvolvimento regional e urbano Lda, onde continua a colaborar. Medalha de Honra, ouro, do Município de Alvito. Medalha de Mérito Científico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Fundador e Presidente da Direção de Estudos Gerais de Alvito – Associação para o Estudo dos Fenómenos de Globalização e Localização
 
_ _ _ 
 
Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

On Cinema: Spring Seminar

23.05.2019 10:00 — 24.05.2019 17:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

23.05.2019 10:00 24.05.2019 17:00 On Cinema: Spring Seminar Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
 
On Cinema
Spring Seminar
23/24 May
School of Arts, Universidade Católica Portuguesa
 
Keynotes: François Bonenfant, Ros Gray
Artist Talks: Susana de Sousa Dias, Tatiana Macedo
Com a presença dos investigadores: David Pinho Barros, Nuno Lisboa, Marie Mire, Mathilde Ferreira Neves, Pedro Eiras, Ricardo Vieira Lisboa, Sara Magno, Sérgio Dias Branco
 
A entrada é livre.
 
Este seminário será um fórum de discussão das novas práticas de investigação sobre cinema. Nas duas últimas décadas, assistiu-se a uma transformação nas formas de experimentar e produzir cinema, exigindo uma nova forma de investigar e novos vocabulários para pensar ao que está em jogo neste “novo cinema”, assim como novas metodologias para o seu estudo.
Este seminário surge da necessidade de pensar como a cultura fílmica tem evoluído nas últimas décadas, como a sua experiência estética se transformou e como podemos caracterizá-la no presente. Nesta perspetiva, o seminário concentra-se em três áreas:
 
1 · A relação entre Cinema e as Artes
(a) A interseção entre cinema e artes visuais: a presença de cinema em galerias de arte exige uma reflexão crítica sobre os novos formatos de exposição/exibição (e sobre as novas práticas curatoriais associadas) que levam o cinema da sala de cinema para a galeria. Por outro lado, o movimento contrário do white cube para a sala de cinema (os chamados filmes de artista) também merecem reflexão e investigação. Em resumo: como vemos, compreendemos e experienciamos imagens no território que se encontra entre o cinema e artes visuais contemporâneas.
(b) A interseção entre o cinema, a literatura e a palavra escrita. Como ambos se influenciam mutuamente? Qual é a presença de elementos cinemáticos na literatura e vice-versa?
 
2 · Os novos caminhos do cinema contemporâneo: baseados em formas híbridas e transversais a vários géneros, e os novos vocabulários para a investigação em cinema, tais como: corpo e experiência sensorial; não-humano e o papel da natureza no nosso mundo complexo; tempo lento e slow cinema num mundo rápido e tecnológico (filmes duracionais e novo realismo); o pensamento pós-colonial no cinema contemporâneo; realismo; etc.
 
3 · O cinema-ensaio. Num mundo em que a imagem é dominante, observamos novos modelos de utilização da imagem em movimento numa ideia de cinema pedagógico e de investigação. Neste sentido, há o importante papel do ensaio audiovisual digital. É uma forma válida de investigar cinema? Pode ser comparado a formas tradicionais de pesquisa escrita?
 
Organizadores da Conferência: Nuno Crespo, Daniel Ribas, João Pedro Amorim, Pedro Alves (EA-UCP); Rosa Maria Martelo, Elisabete Marques (ICML-UP)
Organização conjunta da conferência: CITAR (EA-UCP) and ILCML (FLUP)
 

Francesco Bonami · Post: the works of art in the age of social reproducibility

31.05.2019 18:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

31.05.2019 18:00 Francesco Bonami · Post: the works of art in the age of social reproducibility Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
Francesco Bonami 
Post: the works of art in the age of social reproducibility
31 MAI · Auditório de Serralves, Porto
 
Numa iniciativa da leiloeira Phillips e da Escola das Artes em parceria com a Fundação de Serralves, Francesco Bonami estará no Auditório de Serralves para nos falar das “obras de arte na idade da sua reprodução social”, em diálogo com o novo diretor do Museu de Serralves, Philippe Vergne.
 
Em tempos, “post” referia-se a algo que olhava para trás, i.e. o pósmoderno; hoje “post” é a melhor forma de descrever o nosso presente infindável.
 
Os social media mudaram a nossa relação com a arte. De algo para onde dirigíamos o olhar, a obra de arte tornou-se plano de fundo para selfies ou, na melhor das hipóteses, companhia nas nossas selfies.
 
Esta conversa surge no contexto dos Seminários com convidados da pós-graduação em Mercados e Coleções de Arte, organizada pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa em parceria com a leiloeira Phillips e a Fundação de Serralves.
 
Francesco Bonami
Francesco Bonami assumiu o papel de curador pela primeira vez em 1993, quando organizou uma secção da ala para artistas emergentes da Bienal de Veneza, na qual incluiu os então desconhecidos Maurizio Cattelan e Damien Hirst. Desde então, ele dirigiu e foi curador da Bienal de Veneza em 2003, da SITE Santa Fe Biennial em 1997, da Bienal de Whitney de 2010 e organizou exposições importantes na Whitechapel Art Gallery, na Hayward Gallery e na Fundação François Pinault, entre muitas outras.
 
Diretor Honorário da Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Bonami é um conselheiro do CEO da Phillips, Edward Dolman. A sua exposição de esculturas de grande dimensão A Very Short History of  Contemporary Sculpture, marcou a inauguração da Phillips'30 Berkeley.

Arte & Ecologia | O Real Surreal · Gabriel Abrantes

30.05.2019 18:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

30.05.2019 18:00 Arte & Ecologia | O Real Surreal · Gabriel Abrantes Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
Imagem: Os Humores Artificiais (2017), Gabriel Abrantes
 
30 MAI | O Real Surreal
Gabriel Abrantes (cineasta)
 
O que acontece quando uma jovem indígena do Mato Grosso se cruza com um robô com sentimentos? Ao longo de toda a sua obra, Gabriel Abrantes tem vindo a explorar o cruzamento de personagens e ambientes que parecem pertencer a universos narrativos distintos, provenientes, muitas vezes, da cultura literária, artística, cinematográfica e/ou popular. Em Os Humores Artificiais é a linguagem da ficção científica de Hollywood que se combina com a estética de uma ideia de cinema etnográfico, fazendo emergir um espaço imaginário em que estados diferentes de desenvolvimento humano se encontram. O estado imaginado funciona aqui como força dialética de auscultação de uma realidade particular. A fantasia torna-se forma ora de revelar, ora de mistificar o real.
 
O programa de aulas abertas Arte & Ecologia fecha com Gabriel Abrantes numa sessão com o tema “O Real Surreal”. A projeção de Os Humores Artificiais (2017) serve de mote para, em diálogo com Daniel Ribas, o realizador apresentar o seu universo fílmico e refletir sobre a utilização de uma abordagem “surreal" para representar o real. No dia anterior o Cineclube da Associação de Estudantes da Escola das Artes irá exibir Diamantino (2018), a primeira longa-metragem realizada por Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt.
 
Gabriel Abrantes nasceu em Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, em 1984 e vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa. Tem  apresentado  o  seu  trabalho  regularmente  em  museus,  como  a  Tate  Britain (Londres), Palais de Tokyo (Paris), MIT List Visual Arts Center (Boston), Museu de Serralves (Porto),  ou  Kunst-Werke  (Berlim),  e  participado  em  diversas  exposições  individuais  e colectivas,  de  entre  as  quais  se  destacam:  ICA  (Londres),  Lincoln  Centre  (Nova  Iorque), Caixa Forum (Madrid), CAM -Gulbenkian (Lisboa), entre vários outros. Foi o vencedor da 8ª edição  dos  Prémios  EDP  (2009),  recebeu  o  Leopardo  de  Ouro  do  Festival  de  Cinema  de Locarno em 2010, e o prémio EFA no Festival de Cinema de Berlim em 2014 e em 2016. Foi artista convidado da 32ª Bienal de São Paulo (2016) e da Bienal de Imagem em Movimento -Centre d’art Contemporain de Geneva (Suíça).
 

_ _ _ 

 
Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 
 

Superunion: Creating Global Brands for a Digital World

13.05.2019 17:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

13.05.2019 17:00 Superunion: Creating Global Brands for a Digital World Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
 

A agência criativa Superunion apresentará "Creating Global Brands for a Digital World" no Auditório Ilídio Pinho no próximo dia 13 de maio às 17h. Esta é um oportunidade para profissionais das indústrias criativas, estudantes universitários e outros interessados a terem uma vista privilegiada sobre o processo por trás de alguns dos trabalhos mais inovativos criados pela Superunion para a BBC2, a London Symphony Orchestra, a Nespresso, WPP, Airbus, Telefonica, Sino Group e outros.
 
O evento de 1 hora será apresentado por Monica Lee, Chairman da Superunion Asia, Tim Simmons, Diretor Criativo Executivo da Superunion Madrid e João Seabra, Diretor Criativo da Superunion Asia e ex-professor da Universidade Católica Portuguesa. Juntos irão partilhar estratégias de branding e abordagens criativas a partir dos casos de estudo mais disruptivos da Superunion, revelando como as marcas estão a ser criadas e reformatadas para ter impacto num mundo digital e conectado. Eles irão partilhar como a nova tecnologia, o coding, a animação por computador e o constante desenvolvimento de novos caminhos criativos estão a capacitar as marcas globais, tornando-os mais eficazes e valiosas.
 
Esta será a primeira apresentação da Superunion em Portugal e será de entrada gratuita para profissionais da indústria e comunidades académicas.
 
 
Creative brand agency, Superunion, will be talking about “Creating Global Brands for a Digital World” at Universidade Catolica Portuguesa – Centro Regional do Porto, on May 13, providing an opportunity for creative industry professionals, university students and staff to get a rare glimpse into the process behind some of the most innovative work created by Superunion for BBC2, London Symphony Orchestra, Nespresso, WPP, Airbus, Telefonica, Sino Group and others.
 
The 1 hour-long event will be presented by Monica Lee, Chairman of Superunion Asia, Tim Simmons, Executive Creative Director of Superunion Madrid and Joao Seabra, Creative Director of Superunion Asia, and ex-professor at Universidade Catolica Portuguesa. Together, they will share branding strategies and creative approaches using Superunion’s most disruptive case-studies, and show how brands are being created and reshaped to impact a growing digital and connected world. They will share how new technology, coding, computer animation, and the constant development of new creative paths are enabling global brands to be more effective and valuable.
 
It will be Superunion’s first showcase presentation in Portugal, and will be a free event open to industry professionals and academic communities.

Arte & Ecologia | Cinema e Comunidade · Leonor Teles

02.05.2019 18:00

Ao clicar aqui, o conteúdo irá ser traduzido pelo Microsoft Translator.
By clicking here, the content will be translated by Microsoft Translator.

02.05.2019 18:00 Arte & Ecologia | Cinema e Comunidade · Leonor Teles Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=2&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
Terra Franca (2018), Leonor Teles
 
 
2 MAI | Cinema e Comunidade
Leonor Teles (cineasta)
 
O programa Arte & Ecologia regressa com Leonor Teles, numa sessão dedicada ao “Cinema e Comunidade”. A realizadora irá apresentar Terra Franca (2018), filme a partir do qual se discutirá o papel do cinema na representação e construção de comunidades. Filmando na sua terra (Vila Franca de Xira) e de forma franca, a realizadora parte do conhecimento da figura de Albertino Lobo, pescador e pai de uma amiga sua, para mergulhar durante um ano na sua vida de pescador e de pai de família. Nesta investigação, que se faz pela intimidade e pela partilha de uma realidade tão privada, Leonor Teles consegue construir um cinema generoso e de partilha. Desta forma, a proposta desta aula aberta é a de pensar o cinema como forma de uma comunidade alargada, de um prolongamento dos contadores de histórias do (nosso) real.
 
Leonor Teles nasceu em 1992 em Vila Franca de Xira, Portugal. A sua família tem raízes na comunidade cigana local. Licenciou-se em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e completou um mestrado em Arte Audiovisual e Multimédia. Enquanto estudante o seu filme "Rhoma Acans" (2012) ganhou prémios numa série de festivais como Clermont-Ferrand, Munique e IndieLisboa. A sua curta-metragem "Balada de um Batráquio" (2016) entrou na Competição Oficial do 66º Festival Internacional de Cinema de Berlim e ganhou o Urso de Ouro para Melhor Curta-Metragem. "Terra Franca” estreou em 2018 no festival Cinema du Réel, em Paris, onde recebeu o "Prix International de la Scam”, tendo ainda sido selecionado para o Doclisboa e no Porto/Post/Doc.
_ _ _ 
 
Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

Pages