Jornadas de Investigação de Mestrado em Conservação e Restauro de Bens Culturais

11.04.2019 10:00 — 11.04.2019 16:00

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11.04.2019 10:00 11.04.2019 16:00 Jornadas de Investigação de Mestrado em Conservação e Restauro de Bens Culturais Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=4&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

Escola das Artes – UCP/CITAR – Porto


APRESENTAÇÕES: 11 de Abril (quinta-feira)
 
Sala EA-118
10:00 - Diana Costa Tavares – Concepção do Plano de Conservação Preventiva aplicado a uma coleção etnográfica do Museu de Berlim
10:20 – Cláudio José Gomes Azevedo – Estudo, conservação e restauro de nicho em talha da Santa Casa da Misericórdia do Porto
10:40 - Miguel Ângelo Machado Miranda - Metodologia de intervenção em vitrais. A praxis da empresa Vetrari Muñoz de Pablos
11:10 - Miguel Parreira - Estudo e Tratamento de uma pintura a óleo sobre madeira “Jesus carregando a Cruz”, do séc. XVI

11:30 – Intervalo para café

11:50 – Ana Catarina dos Santos Neto – Estudo, conservação e restauro de escultura sobre madeira da Santa Casa da Misericórdia do Porto
12:10 - Joana Lencastre – Santa Teresa de Jesus – Estudo e intervenção de uma pintura a óleo sobre tela
12:30 - Inês Rafaela Maciel Magalhães - Intervenção de conservação e restauro dos revestimentos interiores em técnica de stucco-lustro do 2º piso da Casa do Vinho Verde (palacete Silva Monteiro).

13:00 - Intervalo para almoço
 
Auditório EA 230
14:30 - Joana Ferreira Pina - A arte do estuque em Portugal. Historiografia, Materiais, Técnicas. Contributos para um glossário.
14:50 - Mariana Joana Carvalho Lopes - Contributos para o levantamento do estado de conservação de pinturas murais dos sécs. XV e XVI em espaços religiosos da diocese de Bragança-Miranda: concelhos de Mirada do Douro, Mogadouro e Torre de Moncorvo
15:20 - Sofia Isabel dos Santos Oliveira - “Conservação de quatro bustosrelicários da Igreja Madre Deus e Estudo dos seus Padrões Decorativos”.
15:40 - Diana Teixeira Vasconcelos – Estudo e Intervenção da pintura a óleo sobre madeira “Descida da Cruz”, do séc. XVI
16:00 – Sara Maria Guedes Rebelo – Colecção de Paramentaria da Venerável Ordem de São Francisco do Porto
 
16:20 – Debate/Encerramento 
Coordenação:
Nuno Camarneiro

 

Arte & Ecologia · Coisa Sónica, Causa Visual · Pedro Tudela + Miguel von Hafe Pérez

04.04.2019 18:00

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04.04.2019 18:00 Arte & Ecologia · Coisa Sónica, Causa Visual · Pedro Tudela + Miguel von Hafe Pérez Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=4&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas

Auditório Ilídio Pinho · 18H

Pedro Tudela: Recolha sonora na Fundição de Sinos de Braga - Serafim da Silva Jerónimo & Filhos.
 
 
4 ABR | Coisa Sónica, Causa Visual
Pedro Tudela (artista) + Miguel von Hafe Pérez (curador)
 
Com um percurso consolidado de mais de três décadas de trabalho, Pedro Tudela (Viseu, 1962) é um artista que mantém uma atividade que cruza disciplinas como a pintura, o desenho, a escultura, a instalação e a fotografia.
 
A sua intervenção na esfera sonora não só o sinaliza como um pioneiro no modo como a trata como elemento não exclusivamente ilustrativo ou adjacente à sua prática escultórica ou de instalação, mas como uma entidade que pode ganhar espessura própria e determinar condições de materialização site-specific.
 
Na conversa que agora se propõe o artista e o curador irão abordar a exposição awdiˈtɔrju (trata-se da transcrição fonética da palavra auditório) que estão a preparar para o próximo mês de Maio na Sala das Caldeiras da Central Tejo do Maat. Este local icónico da modernidade industrial vai-se transformar no palco de uma experiência imersiva que conjuga uma peça de som acompanhada de três momentos em que uma escultura e duas instalações habitam o espaço numa coreografia meticulosamente desenhada e que erigem uma alegoria complexa que nos alerta para as condições em que atualmente habitamos o nosso meio ambiente e para o modo como abusamos dele.
 

Seguidamente serão debatidas questões centrais nos processos criativos do artista, como sejam os cruzamentos disciplinares, a performatividade enquanto estratégia de expansão recetiva e as competências tecnológicas na estruturação projetual.
 

Pedro Tudela
Nasceu em Viseu, em 1962. Concluiu o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) em 1987. Professor Auxiliar da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Enquanto aluno da ESBAP, foi cofundador do Grupo Missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance. Participa em vários festivais de performance desde 1982. Foi autor e apresentador dos programas de rádio escolhe um dedo e atmosfera reduzida na xfm, entre 1995 e 1996. Em 1992, por ocasião da exposição “Mute ... life”, funda o coletivo multimédia Mute Life dept. [MLd]. Enveredou pela produção sonora em 1992, participando em concertos, performances e edições discográficas, em Portugal e no estrangeiro. Cofundador e um dos elementos do projeto multidisciplinar e de música digital @c. Membro fundador da media label Crónica. Trabalha em cenografia desde 2003. Expõe individualmente com regularidade desde 1981. Participa em inúmeras exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro desde o início da década de 80. Encontra-se representado em museus, coleções públicas e particulares. Vive e trabalha no Porto.
 
Miguel von Hafe Pérez
Nasceu no Porto em 1967. Licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Entre 1988 e 1995 colaborou com a Fundação de Serralves, onde coordenou o Serviço Educativo e foi assistente do director artístico.  Entre 1995 e 1998 foi director artístico da Fundação Cupertino de Miranda em Vila Nova de Famalicão. Foi responsável pela área de Artes Plásticas, Arquitectura e Cidade do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura.  Em 2002 comissaria a representação portuguesa à 25ª Bienal de São Paulo, com o projecto Poço dos Murmúrios de João Tabarra. Entre 2002 e 2005 fez parte da mesa curatorial do Centre d’Art Santa Mónica em Barcelona onde era co-responsável pela programação da instituição e comissariou projectos de artistas portugueses e internacionais, entre eles os de Antoni Abad, Graham Gussin, Maria Nordman, Runa Islam, Cabelo, Helena Almeida, Francisco Queirós, Filipa César e João Tabarra. Foi responsável pelo projecto de arquivo sobre arte contemporânea em Portugal intitulado anamnese - o site e o livro, desenvolvido para a Fundação Ilídio Pinho. Através de um concurso internacional foi eleito director do Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) de Santiago de Compostela (2009-2015). 
Recentemente editou para a Fundação de Serralves uma antologia de textos críticos de Fernando Pernes (Dizer a imagem) e comissariou, entre outras, as exposições a sul de hoje – arte portuguesa contemporânea (sem Portugal) para a Fondation Gulbenkian, Paris; P. – uma homenagem a Paulo Cunha e Silva, por extenso para a Galeria Municipal do Porto; A forma do pensamento para a Galeria Cristina Guerra, Lisboa; Julião Sarmento. No fio da respiração para a Galeria Municipal de Matosinhos; QAXXX (P1/2/3/4), para a Galeria Quadrado Azul, Porto e Lisboa; Passagens – Coleção de Serralves no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, Matosinhos; Álvaro Lapa. No Tempo Todo, no Museu de Serralves, Porto; Intersticial- diálogos no espaço entre acontecimentos no Núcleo de Arte Oliva em S. João da Madeira e Criteria. Obras da Fundación Arco no Torreão Nescente da Cordoaria de Lisboa. Sócio fundador da Inc. – livros e edições de artistas, Porto. De 2013 a 2018 foi assessor da Colección Fundación Arco, Madrid.
 
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Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 
 

 

CRÚ (Música para paredes) · Nuno da Luz

02.04.2019 14:30

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02.04.2019 14:30 CRÚ (Música para paredes) · Nuno da Luz Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=4&msite=9

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
CRÚ (Música para paredes) / Crude (Music for Walls)
Nuno da Luz
Peça de Guilherme Vaz (1973/2009)

02 de abril · 14h30

 
Performance a 28 mãos e microfones de contacto. 
Com a participação dos alunos de Projecto Artístico - Área de Produção Áudio, 3º ano da Licenciatura de Som e Imagem.
Sala de Exposições da EA
 
Composição de Guilherme Vaz apresentada pela primeira vez na 8ª Bienal de Paris (1973), em versão acústica, onde tirou sons das paredes, ao que chamou «música corporal», articulando música e performance. Mais tarde, a partir da 7ª Bienal do Mercosul (2009), incorporou microfones de contacto e papéis com várias texturas. Nas palavras do próprio Guilherme Vaz: «“Crude” quer dizer rudimentar, alguma coisa feita de forma rude, elementar. É uma peça sonora, e também visual, onde não há instrumentos. Antes dos instrumentos sonoros, antes de tudo, o único instrumento é a mão, na primeira superfície que ela toca. Nesta versão, são as paredes, as colunas do Museu de Arte Moderna [do Rio de Janeiro], mas pode ser feita em qualquer superfície, em qualquer lugar do mundo. (…), esse trabalho pode ser feito mesmo por pequenos organismos que vivem em florestas, bactérias, etc., na medida em que raspam, tocam a superfície do mundo. Tocar a superfície do mundo é o primeiro conhecimento.»

Arte & Ecologia · Criação no Digital · Rui Penha

28.03.2019 18:00 — 28.03.2019 20:00

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28.03.2019 18:00 28.03.2019 20:00 Arte & Ecologia · Criação no Digital · Rui Penha Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=4&msite=9

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas

Auditório Ilídio Pinho · 18H

resono [2015], Rui Penha & Concerto de Amadores [1882], Columbano Bordalo Pinheiro
Fotografia: José Paulo Ruas e Luísa Oliveira, DGPC/DDCI/DDF

 
28 MAR | Criação no Digital
Rui Penha (músico e compositor)
 
Pode parecer óbvio que as especificidades da tecnologia digital trazem consigo novas formas de fazer e pensar a arte. Questões como os meios de disseminação, a geração automática, a interactividade ou a obsolescência foram significativamente alteradas pelos desenvolvimentos tecnológicos das últimas décadas. Mas será que mudaram de forma relevante o papel da arte nas nossas vidas? Em quais aspectos — na formação, nas preocupações ou no quotidiano de trabalho — serão diferentes os artistas da era digital? E em que medida essa diferença será uma consequência das técnicas ou uma resposta às contingências da contemporaneidade?
 
Compositor, artista intermédia e performer de música electroacústica, Rui Penha nasceu no Porto em 1981. Completou um Doutoramento em Música (Composição) na Universidade de Aveiro. A sua música foi tocada e gravada por músicos como Arditti Quartet, Peter Evans, Remix Ensemble ou Orquestra Gulbenkian. Foi fundador e curador da Digitópia (Casa da Música) e tem um grande interesse pela relação entre a música e a tecnologia. A sua produção recente inclui interfaces para expressão musical, software para espacialização sonora, instalações interactivas, robôs musicais, autómatos improvisadores e software educativo. Nos últimos anos, tem-se debruçado em particular sobre o papel da criação artística em contexto académico. Leccionou em diversas instituições de ensino superior Portuguesas (DeCA-UA, ESMAE, ESART, ULP), e é actualmente Professor Adjunto na ESMAE e Investigador Sénior no INESC TEC. Mais informações em http://ruipenha.pt 
 
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