CRÚ (Música para paredes) · Nuno da Luz

02.04.2019 14:30

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02.04.2019 14:30 CRÚ (Música para paredes) · Nuno da Luz Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=7&msite=9

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CRÚ (Música para paredes) / Crude (Music for Walls)
Nuno da Luz
Peça de Guilherme Vaz (1973/2009)

02 de abril · 14h30

 
Performance a 28 mãos e microfones de contacto. 
Com a participação dos alunos de Projecto Artístico - Área de Produção Áudio, 3º ano da Licenciatura de Som e Imagem.
Sala de Exposições da EA
 
Composição de Guilherme Vaz apresentada pela primeira vez na 8ª Bienal de Paris (1973), em versão acústica, onde tirou sons das paredes, ao que chamou «música corporal», articulando música e performance. Mais tarde, a partir da 7ª Bienal do Mercosul (2009), incorporou microfones de contacto e papéis com várias texturas. Nas palavras do próprio Guilherme Vaz: «“Crude” quer dizer rudimentar, alguma coisa feita de forma rude, elementar. É uma peça sonora, e também visual, onde não há instrumentos. Antes dos instrumentos sonoros, antes de tudo, o único instrumento é a mão, na primeira superfície que ela toca. Nesta versão, são as paredes, as colunas do Museu de Arte Moderna [do Rio de Janeiro], mas pode ser feita em qualquer superfície, em qualquer lugar do mundo. (…), esse trabalho pode ser feito mesmo por pequenos organismos que vivem em florestas, bactérias, etc., na medida em que raspam, tocam a superfície do mundo. Tocar a superfície do mundo é o primeiro conhecimento.»

Arte & Ecologia · Criação no Digital · Rui Penha

28.03.2019 18:00 — 28.03.2019 20:00

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28.03.2019 18:00 28.03.2019 20:00 Arte & Ecologia · Criação no Digital · Rui Penha Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=7&msite=9

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas

Auditório Ilídio Pinho · 18H

resono [2015], Rui Penha & Concerto de Amadores [1882], Columbano Bordalo Pinheiro
Fotografia: José Paulo Ruas e Luísa Oliveira, DGPC/DDCI/DDF

 
28 MAR | Criação no Digital
Rui Penha (músico e compositor)
 
Pode parecer óbvio que as especificidades da tecnologia digital trazem consigo novas formas de fazer e pensar a arte. Questões como os meios de disseminação, a geração automática, a interactividade ou a obsolescência foram significativamente alteradas pelos desenvolvimentos tecnológicos das últimas décadas. Mas será que mudaram de forma relevante o papel da arte nas nossas vidas? Em quais aspectos — na formação, nas preocupações ou no quotidiano de trabalho — serão diferentes os artistas da era digital? E em que medida essa diferença será uma consequência das técnicas ou uma resposta às contingências da contemporaneidade?
 
Compositor, artista intermédia e performer de música electroacústica, Rui Penha nasceu no Porto em 1981. Completou um Doutoramento em Música (Composição) na Universidade de Aveiro. A sua música foi tocada e gravada por músicos como Arditti Quartet, Peter Evans, Remix Ensemble ou Orquestra Gulbenkian. Foi fundador e curador da Digitópia (Casa da Música) e tem um grande interesse pela relação entre a música e a tecnologia. A sua produção recente inclui interfaces para expressão musical, software para espacialização sonora, instalações interactivas, robôs musicais, autómatos improvisadores e software educativo. Nos últimos anos, tem-se debruçado em particular sobre o papel da criação artística em contexto académico. Leccionou em diversas instituições de ensino superior Portuguesas (DeCA-UA, ESMAE, ESART, ULP), e é actualmente Professor Adjunto na ESMAE e Investigador Sénior no INESC TEC. Mais informações em http://ruipenha.pt 
 
ENTREVISTA
 
 
 
GRAVAÇÃO INTEGRAL
 

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Arte & Ecologia | Musical Performance · John Rink

21.03.2019 18:00

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21 MAR | Musical Performance
John Rink (musicólogo)
 
Na performance musical, o gesto artístico é relevante para uma individualidade da expressão e para a música que daí se obtém. Nesta palestra, também integrada na conferência Música Analítica 2019: Porto International Symposium on the Analysis and Theory of Music, o musicólogo e intérprete John Rink irá mostrar como poderá haver uma decisão "ecológica" dos artistas, e também no que diz respeito a uma abordagem "ecológica" para a análise de performances musicais em particular e música em geral.
 
John Rink é Professor de Estudos de Performance Musical na Universidade de Cambridge, diretor de Estudos em Música no St John's College, e diretor do Cambridge Centre for Musical Performance Studies and Cambridge Digital Humanities. Rink trabalha nos campos de estudos de Chopin, estudos de performance, análise musical e musicologia digital.
 
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