Arte & Ecologia | Sobrevivência Echológica · Nuno da Luz | Convidado: Comandante Pires Barroqueiro (I.H.)

07.03.2019 18:00

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07.03.2019 18:00 Arte & Ecologia | Sobrevivência Echológica · Nuno da Luz | Convidado: Comandante Pires Barroqueiro (I.H.) Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=8&msite=9

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 

Recife de Barroeira durante a maré baixa, Praia do Ourigo, Porto 2019
 
 
07 MAR | Sobrevivência Echológica
Nuno da Luz (artista)
+
Convidado: Comandante Pires Barroqueiro
(Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa)
 
Durante a sua residência no âmbito do programa InResidence, promovido pela Câmara Municipal do Porto, Nuno da Luz captou e documentou o ambiente da Foz do Douro, numa leitura crítica e atenta às dimensões múltiplas do espaço público. A estes materiais, juntou dados fornecidos pelo Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa, relativos às medições das marés na Barra do Douro e Porto de Leixões, registadas pela bóia costeira e oceânica de Leixões. Estes factos – científicos e objetivos – são traduzidos pelo artista numa forma sensível, acústica e audiovisual, abrindo espaço a uma nova temporalidade que assenta em fenómenos astronómicos e na sua reverberação na Terra.
 
Nesta Aula Aberta, Nuno da Luz apresentará este processo de trabalho que decorreu deste Outubro de 2018, e estará igualmente à conversa com o Comandante Teotónio Pires Barroqueiro, que representará o Instituto Hidrográfico, entidade que forneceu os dados de medições que o artista transformou para compor o som da exposição. A partir deste contexto, Teotónio Pires Barroqueiro irá falar-nos igualmente do trabalho desenvolvido pelo IH sobretudo nas àreas da monitorização ambiental da costa e da sustentabilidade dos mares e oceanos.
 
 
Após esta Aula Aberta, será inaugurada às 19:30 a exposição Poetry as an echological survival, de Nuno da Luz > + INFO
 
 
Entrevistas com Comandante Pires Barroqueiro e Nuno da Luz
 
 

 
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NUNO DA LUZ
(Lisboa, 1984)
Nuno da Luz vive e trabalha em Lisboa. Artista e publicador, o seu trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual na forma de eventos sonoros, instalações e material impresso; estes últimos na sua maioria distribuídos pela publicadora atlas Projectos (em conjunto com André Romão e Gonçalo Sena) e pela editora discográfica Palmario Recordings (em conjunto com Joana Escoval). Recentemente terminou o programa de mestrado Experimentação em Arte e Política speap em Sciences Po, Paris e fundou o coletivo pluridisciplinar Coyote, que investiga novas formas de comum-ificação (criar comunidade) via publicações, filmes, conferências e outros formatos experimentais (em conjunto com os artistas Tristan Bera e Ana Vaz, a jornalista Elida Høeg e a editora Clémence Seurat). 
 
 
TEOTÓNIO JOSÉ PIRES BARROQUEIRO
(Lisboa, 1980)
Ingressa em 1998 na Escola Naval, e concluiu em 2003 a licenciatura em Ciências Militares-Navais – ramo de Marinha. Assumiu o cargo de Imediato no navio hidrográfico D. Carlos I, de setembro de 2006 a setembro de 2007, onde cumpriu, entre outras, missões no âmbito do  Projeto de Extensão da Plataforma Continental de Portugal, entre outras. De setembro de 2011 a setembro de 2014 comandou a lancha hidrográfica Auriga, participando em diversas missões de apoio ambiental às operações navais. Em julho de 2015 regressou à Engenharia Oceanográfica da divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico. Desde então, leciona os módulos de Programação (MATLAB) e Marés.
 
Representa o Instituto Hidrográfico em várias ações e grupos de trabalho, nomeadamente para avaliação das áreas marinhas protegidas.
 
 
INSTITUTO HIDROGRÁFICO DA MARINHA PORTUGUESA
O Instituto Hidrográfico (IH), órgão da Marinha Portuguesa, foi criado pelo Decreto-Lei n.º 43177, de 22 de Setembro de 1960. O IH funciona na direta dependência do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, sendo a competência relativa à definição das orientações estratégicas, bem como ao acompanhamento da sua execução, exercida pelo Ministro da Defesa Nacional em articulação com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e com a Ministra do Mar. O IH é reconhecido como Laboratório do Estado, gozando de autonomia administrativa e financeira. O IH tem por missão fundamental assegurar atividades relacionadas com as ciências e técnicas do mar, tendo em vista a sua aplicação na área militar, e contribuir para o desenvolvimento do País nas áreas científica e de defesa do ambiente marinho. 
 
A sua visão estratégica funda-se na premissa de ser um centro de referência no conhecimento e na investigação do mar, nomeadamente através dos seguintes elementos:
 
-Segurança da navegação;
-Aplicação militar;
-Investigação aplicada;
-Multidisciplinaridade;
-Projeção nacional e internacional;
-Proteção do meio marinho;
-Desenvolvimento sustentável de Portugal;
-Centro agregador de informação e conhecimento.
 
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Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 
 
 
 

Exposição | Poetry as an echological survival · Nuno da Luz

07.03.2019 19:30 — 05.04.2019 18:00

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07.03.2019 19:30 05.04.2019 18:00 Exposição | Poetry as an echological survival · Nuno da Luz Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=8&msite=9

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[1] Previsão de todas as alturas de maré diárias para a Barra do Douro, durante o período da exposição /
Forecast of all daily tidal ranges for the Barra do Douro, during the exhibition's run
(Dados cedidos pelo Instituto Hidrográfico) 
 [2-5] Fotos da inauguração da exposição por João Pereira © Escola das Artes – UCP

 

Inauguração: 7 Mar · 19h30 | Sala de Exposições EA

Poetry as an echological survival
Uma exposição de Nuno da Luz

Curadoria: Nuno Crespo


No seguimento da sua residência na Escola das Artes no âmbito do programa InResidence promovido pela Câmara Municipal do Porto, Nuno da Luz apresenta uma instalação imersiva de som e luz na Sala de Exposições da EA. Trabalhando gravações de campo e medições registadas pelas boias do Instituto Hidrográfico, a exposição traz para o espaço de galeria o ambiente da Foz do Douro.
 
O programa de residência foi desenvolvido sob a égide de uma citação errónea (ou não) de Álvaro Lapa: «poetry as an echological survival» (derivada do ensaio do poeta e ambientalista norte-americano Gary Snyder, «Notes on Poetry as an Ecological Survival Technique»). Lapa retira «technique» e acrescenta um «h» a «ecological», transformando «eco-» (do grego «oikos», casa) em «eco» («ēchos», som). Este desvio (poético) em que ecologia e ecoar se tornam um único movimento dúplice, possibilita-nos repensar certos fenómenos acústicos, como reverberação e ressonância, enquanto processos ambientais e sociais.

A exposição servirá como modo especulativo sobre como este movimento pode ser uma ferramenta operativa para nos situarmos – e à nossa envolvente – em relações de reciprocidade e cooperação mútuas.

 
A inauguração desta exposição é precedida às 18h pela Aula Aberta "Sobrevivência Echológica", no âmbito do programa Arte & Ecologia, e que será apresentada pelo artista Nuno da Luz e o Comandante Pires Barroqueiro, em representação do Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa. A entrada é livre! > + INFO
 
 

Entrevista com o artista

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NUNO DA LUZ
(Lisboa, 1984)
Nuno da Luz vive e trabalha em Lisboa. Artista e publicador, o seu trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual na forma de eventos sonoros, instalações e material impresso; estes últimos na sua maioria distribuídos pela publicadora atlas Projectos (em conjunto com André Romão e Gonçalo Sena) e pela editora discográfica Palmario Recordings (em conjunto com Joana Escoval). Recentemente terminou o programa de mestrado Experimentação em Arte e Política speap em Sciences Po, Paris e fundou o coletivo pluridisciplinar Coyote, que investiga novas formas de comum-ificação (criar comunidade) via publicações, filmes, conferências e outros formatos experimentais (em conjunto com os artistas Tristan Bera e Ana Vaz, a jornalista Elida Høeg e a editora Clémence Seurat). Projetos mais recentes incluem as performances ao vivo “com Ressonância Assistida” em Ficarra (Itália), Paris, Nova Iorque, Porto e Berlim; assim como a sua exposição individual environments na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde. Outras exposições individuais incluem RWSNK ECHOS, Kunstraum Botschaft, (Berlim, 2017), Sud e Magia, Syntax (Lisboa, 2016), Wilderness, Galeria Vera Cortês (Lisboa, 2015), laissez vibrer, enblanco projektraum (Berlim, 2013) e cave/Solar (Vila do Conde, 2013), e “O nosso silêncio é um aviso, o nosso silêncio é sólido”, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2012). Exposições coletivas mais recentes incluem, entre outras, “cidra da luz escoval manso mendes romão sena”, AR Sólido (Lisboa, 2015), “Ficarra_Contemporary Divan”, Palazzo Milio (Ficarra, 2015), “A polyphonic wave of of concrete materials flowing through the air”, Espaço Artes (Porto, 2014), e “12 Contemporaries: Present States”, Museu de Serralves (Porto, 2014). Tem participado em diversos programas de residência, nomeadamente, Cité internationale des arts (2015), Residency Unlimited (2014), e Sound Art Braunschweig Projects (2013).
 
 
Horários de abertura
8 Mar - 5 Abr
terça a sexta | 14 - 19h
Sala de Exposições da Escola das Artes
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Cortesia: Galeria Vera Cortês

Apoio à residência: inresidenceporto, promovido pela Câmara Municipal do Porto
 
Agradecimento: Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa

 

Arte & Ecologia | Migração, Exclusão, Resistência · Carla Filipe + Margarida Silva

28.02.2019 18:00

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28.02.2019 18:00 Arte & Ecologia | Migração, Exclusão, Resistência · Carla Filipe + Margarida Silva Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=8&msite=9

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
Montagem de “Migração, Exclusão e Resistência” (2016), Carla Filipe · 32ª Bienal de S. Paulo
Imagens: Cortesia da artista
 
 
28 FEV | Migração, Exclusão, Resistência
Carla Filipe  (artista)
+
Margarida Silva (bióloga)
 
Moderação: Laura Castro
 
 
Esta Aula Aberta ensaia a aproximação entre duas áreas de saber que enformam as relações comunitárias e ambientais: a prática artística de Carla Filipe e a investigação na área da biologia molecular da cientista Margarida Silva. 
 
A aula toma de empréstimo “Migração, Exclusão e Resistência”, título da obra com que Carla Filipe participou na Bienal de São Paulo de 2016. Respondendo ao tema dessa Bienal, “Incerteza Viva”, a artista regressou à sua investigação sobre hortas urbanas e comunitárias. A instalação era composta por canteiros de cimento e pneus velhos com plantas comestíveis não convencionais. Carla Filipe propunha assim uma reflexão sobre a ocupação dos espaços públicos de forma legal para uso-fruto de uma comunidade assim como questionamento sobre o valor de uso atribuído a diferentes espécies vegetais.
 
Após uma apresentação do seu trabalho, a artista estará à conversa com Margarida Silva, bióloga e pioneira em Portugal da prática de hortas urbanas, numa discussão comparativa entre práticas artísticas e científicas. Neste segundo momento da sessão, serão levantadas questões a partir de um conjunto de obras de arte contemporânea com impacto significativo na paisagem e nos ecossistemas circundantes. 
 
 
Carla Filipe
A obra de Carla Filipe é composta a partir da apropriação de objetos e documentos, ou construída através da relação permeável entre objetos de arte, cultura popular e ativismo. Na sua pesquisa, a artista utiliza materiais e elementos, como bandeiras, cartazes, jornais e artefatos ferroviários. O seu percurso artístico iniciou-se na cidade do Porto em 2001, fazendo parte do fluxo artist run spaces, foi co-fundadora do "Salão Olímpico" e do " Projecto Apêndice" , em 2009 ganha a bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência artística na ACME Studios ( UK ) , desde então tem tido um percurso nacional e internacional mais afirmado, desde a Bienal Manifesta 8 “ Diálogo entre região de Múrcia e Norte de África “ curadoria Tranzit.org, Múrcia / Espanha ( 2010); Prémios EDP - Novos artistas, curadoria João Pinharanda, Nuno Crespo, Delfim Sardo, Lisboa / Portugal (2011); V Bienal de Jafre, Curadoria Carolina Grau e Mário Flecha, Jafre / Espanha (2011); "Deaf / Dumb Archive", curadoria Zbyněk Baladrán, Tranzit.Display, República Checa / Praga (2011) ; "Mon, am i barbarian?", curadoria Fulya Erdemci, 13 th Biernal de Istambul / Turquia (2013); " da cauda à cabeça" curad. Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa / Portugal (2014); "Air Traces" curated by Alan Quireyns, Antuerpia / Bélgica (2014) ;"12 contemporâneos, Estados Presentes” curadoria Suzanne Cotter e Bruno Marchand, Museu Serralves, Porto / Portugal (2014); Re-Discovery III- curadoria Ulrich Loock, Autocenter , Berlim / Alemanha (2015)," Natural Instincts" curadoria Samuel Leuenberger , Les Urbaines, Lausanne / Suiça (2015); “Le Lynx ne connait mas de frontières" curadoria Joana Neves, Fundação D ́Entreprise Ricard, Paris / França (2015); “Au sud d’aujourd’hui” curadoria Miguel Von Hafe Pérez; Fundação Calouste Gulbenkian, Paris / França ( 2015); Residência Artística (2015) Fundação Robert Rauschenberg, Captiva, Florida / E.U.A.; " Incerteza Viva" curadoria Jochen Volz, 32" Bienal de S.Paulo / Brasil (2016); Incerteza viva : uma exposição a partir da 32o Bienal de S. Paulo, curadoria João Ribas e Jochen Volz, Museu de Serralves, Porto/ Portugal (2017); 4th Ural Industrial Biennial curadoria João Ribas, Ural / Rússia (2017); “ Extática Esfinge- Desenho e Animismo Parte II ” curadoria Nuno Faria, CIAJG, Guimarães / Portugal; “ O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã", curadoria Carla Filipe e Ulrich Loock, Galeria Municipal do Porto, Porto / Portugal ( 2018); 
 
Margarida Silva
Margarida Silva nasceu em Pombal em 1963 e licenciou-se em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra em 1986. Ainda em 1986 entrou como assistente estagiária para a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, onde desempenha atualmente o cargo de professora auxiliar e se dedica à docência e investigação. Completou entretanto o mestrado e doutoramento na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos da América, onde se especializou em biologia molecular. Para além das questões relativas aos organismos geneticamente modificados, intervem igualmente nas áreas de desenvolvimento sustentável, alimentação e agricultura. É casada, com um filho, e aos fins de semana dedica-se sempre que possível à jardinagem biológica.
 
Laura Castro
Professora Auxiliar na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa – Porto e membro do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR). Doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto com o trabalho Exposições de arte contemporânea na paisagem. (2010) e mestre em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1993).
Entre o início da década de 90 e 2006 trabalhou no sector cultural. Publicou artigos e livros sobre arte portuguesa dos séculos XIX a XXI e desenvolveu pesquisa e curadoria para diferentes exposições. Membro da Associação Portuguesa de Historiadores de Arte e da Associação Internacional de Críticos de Arte.
 
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Arte & Ecologia | Arte e Censura · Luiz Camillo Osório

21.02.2019 18:00

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21.02.2019 18:00 Arte & Ecologia | Arte e Censura · Luiz Camillo Osório Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=8&msite=9

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Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H

 
"La Bête", 2017 · performance de Wagner Schwartz, 35º Panorama da Arte Brasileira - MAM/ DR
 
21 FEV | Arte e Censura 
Luiz Camillo Osório (crítico e curador)
 
"Arte e censura em nossos tempos sombrios”
 
O recrudescimento da censura no meio artístico é um fenómeno generalizado e que acompanha o crescimento da intolerância diante do diferente e da perseguição às minorias. A arte, como de costume, expõe as tensões latentes na sociedade e traz à tona os impasses da democracia contemporânea. A partir desta problemática, esta aula concentrar-se-á no episódio deflagrado pela performance La Bête, do coreógrafo brasileiro Wagner Schwartz, durante a abertura da exposição Panorama da Arte Brasileira em outubro de 2017, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. 
 
 
LUIZ CAMILLO OSÓRIO
Professor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio, pesquisador do CNPQ e curador do Instituto PIPA. Entre 2009 e 2015, foi Curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 2015, foi o curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza. Em 2016 fez a curadoria da exposição “Calder e a arte brasileira”, no Itaú Cultural e em 2017, a curadoria do 35º Panorama da arte brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo, museu ao qual pertenceu ao conselho de curadoria, entre 2006 e 2008.
 
 
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Lançamento do Livro > "Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista"

21.02.2019 17:00

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21.02.2019 17:00 Lançamento do Livro > "Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista" Link: http://www.fep.porto.ucp.pt/pt/node?page=8&msite=9

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Lançamento do Livro:
"Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista"
Madalena Vaz Pinto (org.)
 
Escola das Artes
Sala de Exposições 
21 FEV · 17H
 
No dia 21 de fevereiro será apresentado na Sala de Exposições da Escola das Artes -UCP o livro “Gonçalo M. Tavares: Ensaios, Aproximações, Entrevista”, por Madalena Vaz Pinto.
 
A ideia deste livro surgiu do desejo de dar a conhecer aos leitores de língua portuguesa um conjunto de ensaios críticos que contemplem a multiplicidade de suas criações e funcionem como exercícios de aproximação desta obra singular polifônica. Para isso foram convidados dez ensaístas, cinco brasileiros e cinco portugueses, que puderam se debruçar livremente sobre textos, coleções ou aspectos da obra do autor. O resultado acabou por constituir um amplo painel crítico desta trajetória, oferecendo ao leitor muitas possibilidades de aproximação e contato com a poética tavariana.
 
 
 
 
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Desde 2001 publicou livros em diferentes géneros literários e está a ser traduzido em mais de 50 países. Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Com Aprender a rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meuilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Salman Rushdie, Elias Canetti, entre outros.
Alguns outros prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire du Web – Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi também por diferentes vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina. Uma Viagem à Índia recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2011. Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, dança, peças radiofónicas, curtas-metragens e objetos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projetos de arquitetura, teses académicas, etc.
 
Madalena Vaz Pinto é portuguesa e mora no Rio de Janeiro. Doutora pela Pontifícia Universidade Católica é professora adjunta da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, na Faculdade de Formação de Professores de S. Gonçalo. Suas pesquisas na área da literatura portuguesa concentram-se, principalmente, nos autores modernos e contemporâneos, tendo publicado artigos em livros e revistas especializadas na área. É diretora do Centro de Estudos do Real Gabinete Português de Leitura e editora da revista Convergência Lusíada da mesma instituição. 
 
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Sumário do Livro:
 
Apresentação 
Madalena Vaz Pinto
 
De rotas da Índia. Os Lusíadas no Século XXI ou Dial M. for Murder
Jorge Fernandes da Silveira
 
A mecânica das fendas em O Reino 
Lígia Bernardino
 
Pedalando entre o bem e o mal: Gonçalo M. Tavares
e a poética das bicicletas
Luciana Salles
 
A caixa negra do mundo: apontamentos do Atlas
Luís Mourão
 
Aplicar Barthes: desenvoltura e procedimento em
Gonçalo M. Tavares
Madalena Vaz Pinto
 
Acumular possibilidade é acalmar o MUNDO: ímpeto e uma certa ordem no projeto literário
de Gonçalo M. Tavares .
M. Graça Santos
 
A prática do espanto
Miguel Conde
 
Erotismo e não-sensos: uma leitura de  Um Homem: Klaus Klump 
Nathalia Corrêa Calmon 
 
Matéria e pensamento: a poética investigativa  de Gonçalo M. Tavares 
Paloma Roriz 
 
Quatro notas sobre a técnica n’O Reino de  Gonçalo M. Tavares 
Pedro Eiras 
 
Pedalando contra o céu na era da técnica
Pedro Meneses 
 

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