Arte & Ecologia | Cinema e Comunidade · Leonor Teles

02.05.2019 18:00

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02.05.2019 18:00 Arte & Ecologia | Cinema e Comunidade · Leonor Teles Link: https:///pt/node?page=7&msite=18

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
Terra Franca (2018), Leonor Teles
 
 
2 MAI | Cinema e Comunidade
Leonor Teles (cineasta)
 
O programa Arte & Ecologia regressa com Leonor Teles, numa sessão dedicada ao “Cinema e Comunidade”. A realizadora irá apresentar Terra Franca (2018), filme a partir do qual se discutirá o papel do cinema na representação e construção de comunidades. Filmando na sua terra (Vila Franca de Xira) e de forma franca, a realizadora parte do conhecimento da figura de Albertino Lobo, pescador e pai de uma amiga sua, para mergulhar durante um ano na sua vida de pescador e de pai de família. Nesta investigação, que se faz pela intimidade e pela partilha de uma realidade tão privada, Leonor Teles consegue construir um cinema generoso e de partilha. Desta forma, a proposta desta aula aberta é a de pensar o cinema como forma de uma comunidade alargada, de um prolongamento dos contadores de histórias do (nosso) real.
 
Leonor Teles nasceu em 1992 em Vila Franca de Xira, Portugal. A sua família tem raízes na comunidade cigana local. Licenciou-se em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema e completou um mestrado em Arte Audiovisual e Multimédia. Enquanto estudante o seu filme "Rhoma Acans" (2012) ganhou prémios numa série de festivais como Clermont-Ferrand, Munique e IndieLisboa. A sua curta-metragem "Balada de um Batráquio" (2016) entrou na Competição Oficial do 66º Festival Internacional de Cinema de Berlim e ganhou o Urso de Ouro para Melhor Curta-Metragem. "Terra Franca” estreou em 2018 no festival Cinema du Réel, em Paris, onde recebeu o "Prix International de la Scam”, tendo ainda sido selecionado para o Doclisboa e no Porto/Post/Doc.
 
 
 
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Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

Arts Open Day 2019

16.05.2019 09:30

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16.05.2019 09:30 Arts Open Day 2019 Link: https:///pt/node?page=7&msite=18

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

No dia 16 de maio a Escola das Artes abre portas a todos os interessados nas suas atividades com programas nas áreas da Animação, Cinema, Conservação e Restauro, New Media Art/ Multimédia, Produção Audiovisual e Som e Música. Esta é uma oportunidade para conhecer professores, instalações, testar equipamento e experimentar algumas aulas.

O dia aberto da Escola das Artes começa às 9h30 e termina às 18h00 com a aula aberta do programa Arte & Ecologia com o tema "Regresso à Paisagem", com o geógrafo Jorge Gaspar.

Inscrições aqui.

PROGRAMA 

Som e Imagem

9h30 ·  Acolhimento
10h – 11h · Imagem em Movimento
11h - 12h · Sound and Music
12h – 13h · Multimédia 

 
 
ALMOÇO
 
15h – 16h · Animação
16h – 18h · Visita à Exposição "Dismorfia" 
 
Lanche/concerto com Associação de Estudantes
 
18h · Aula Aberta · Regresso à Paisagem – Jorge Gaspar 

Conservação e Restauro

9h30 ·  Acolhimento
10h – 11h · Conservar ou Restaurar? Materiais e Tecnologias
11h - 12h · Conservação de Arte Contemporânea
12h – 13h · Exames e Análises a Obras de Arte

ALMOÇO
 
15h – 16h · Exercícios de Escultura
16h – 18h · Visita à Exposição "Dismorfia"
 
Lanche/concerto com Associação de Estudantes
 
18h · Aula Aberta · Regresso à Paisagem – Jorge Gaspar 

 

Exposição | Dismorfia · Jonathan Uliel Saldanha

09.04.2019 20:30 — 07.06.2019 18:00

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09.04.2019 20:30 07.06.2019 18:00 Exposição | Dismorfia · Jonathan Uliel Saldanha Link: https:///pt/node?page=7&msite=18

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto
 
9 ABR a 7 JUN · Sala de Exposições EA
DISMORFIA
Um projeto de Jonathan Uliel Saldanha
 
Horários de abertura
terça a sexta | 14 - 19h
Sala de Exposições da Escola das Artes
 
No seguimento do concerto-performance SCOTOMA CINTILANTE, Jonathan Saldanha construiu DISMORFIA, um trabalho que traduz os três meses da residência artística na Escola das Artes da Católica no Porto.

SCOTOMA CINTALENTE partia de uma mundivisão onde a relação tátil com a matéria inanimada é a fonte primordial da construção do som. Inscrevendo-se entre matéria e anima, pré-linguagem e superfície, o concerto-performance opera a interceção de quatro eixos distintos: o aparelho vocal humano; a mediação de uma linguagem háptica (relativa ao tacto); a refração como mecanismo tático de mutação e “re-materialização” do tempo; e a camuflagem da palavra pela voz. Entre a dismorfia, a refração vocal e uma Via Sacra.
 
A exposição prolonga a investigação em torno da visualidade do tacto e da compreensão do olho humano enquanto lugar de todas as imagens e de todos os reflexos. Não se trata de uma apologia da visualidade como único lugar de passagem entre o interior e o exterior, mas de uma crítica à sua predominância cultural e orgânica. 

Esta exposição documenta igualmente o trabalho que o artista veio a desenvolver com vários professores da Escola das Artes, nomeadamente Pedro Monteiro (Música),  Ricardo Megre (Animação), Carlos Lobo (Fotografia), André Perrota (Multimédia).


 
 
Vistas da exposição
 
JONATHAN ULIEL SALDANHA
Jonathan Uliel Saldanha é um construtor sónico e cénico que trabalha na intereceção do som, do gesto, do palco e do filme. É fundador do coletivo SOOPA, co-fundador da editora SILORUMOR, uma das partes do duo FUJAKO e diretor dos HHY & The Macumbas. Em novembro estreou a peça SØMA na Culturgest Lisboa, e em 2017 as instalações de vídeo e som AFASIA TÁTICA, na Culturgest Porto, e ANOXIA, na Bienal Ano Zero em Coimbra. Co-criador das peças de palco BOCA MURALHA, SHARK, REI TRILOGY e encenador das peças JUNGLE MACHINE, KHORUS ANIMA, O POÇO e OXIDATION MACHINE apresentadas em espaços como o Museu de Serralves, o Accès(s) Festival, o Teatro Municipal Rivoli e o Palais de Tokyo, Paris.
 
 

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